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Auxílio emergencial supera a marca de R$ 150 bilhões

Foram beneficiadas até agora 65,9 milhões de pessoas com a transferência das parcelas de R$ 600,00 ou R$ 1.200,00, no caso de mães chefes de família

Postado  518 Visualizações atualizado 1 ano atrás

O pagamento do auxílio emergencial realizado pela Caixa Econômica Federal chegou a um total de R$ 151,4 bilhões nesta sexta-feira (7).

 

Foram beneficiadas até agora 65,9 milhões de pessoas diretamente com a transferência das parcelas de R$ 600,00 ou R$ 1.200,00, no caso de mães chefes de família.

 

O governo federal já gastou com o benefício, criado para diminuir o impacto da pandemia de coronavírus na população de baixa renda, R$ 167,6 bilhões, o equivalente a 56,8% dos R$ 254,4 bilhões previstos para as cinco parcelas, por meio da medida provisória 937/20. 

 

“O auxílio emergencial está fazendo a diferença na vida das pessoas e movimentando a economia, em especial nas regiões mais pobres”, afirma o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, responsável pelo pagamento do benefício. 

 

Segundo o ministro, os valores investidos superam ainda o PIB de nações africanas como Zâmbia e Senegal ou de centro-americanas como El Salvador e Honduras. É mais da metade da riqueza produzida pela Sérvia ou pela Eslovênia. 

 

Nesta sexta-feira (7), foram transferidos para as contas sociais digitais cerca de R$ 2,5 bilhões para quem nasceu em junho e faz parte do grupo de microempreendedores individuais, contribuintes individuais do INSS, autônomos, trabalhadores informais e desempregados.

 

São diferentes parcelas sendo pagas ao mesmo tempo, seguindo o calendário conforme o cadastramento e o processamento de dados dos beneficiados.

 

A maioria é do lote 1 – os primeiros a receberem o Auxílio Emergencial, já em abril –, que está recebendo a quarta parcela. Os demais variam entre a primeira e a terceira remessas.

 

"A operação para bancarizar todos os elegíveis permitiu ao poder público jogar luz sobre mais de 26 milhões de informais que não eram beneficiários de políticas públicas", afirma o ministério.

 

Fonte: R7


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