Bento XVI ainda é o PAPA?

Muitas pessoas se perguntam se Bento XVI ainda é o papa e neste artigo resolvemos responder esta questão de forma definitiva.

Respondendo de forma objetiva, sim Bento XVI ainda é o Papa e Mario Bergoglio não deveria ter assumido esta posição, por ser decorrente de uma fraude muito bem planejada.

Embora não seja um assunto novo na Europa, levando há muitos questionamentos e protestos desde 2013, no Brasil poucas pessoas sabem a verdade e o assunto ainda é tratado como teoria da conspiração pela mídia progressista Bergoliana.

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Os poucos religiosos que ousam questionar ou discordar do papado forjado de Mario Bergoglio, são perseguidos e punidos pela igreja, no mundo inteiro. Um exemplo é o padre Alessandro Maria Minutella, que foi excomungado por heresia e cisma na Itália em 2018.



Padre Alessandro Maria Minutella acusou Mario Bergoglio de “difundir falsa doutrina” e de ser um “Papa herege”.

Outro exemplo é Arcebispo Jan Pawel Lenga em 2020, que foi proibido de pregar e celebrar a missa pela Igreja polonesa, por descrever Bergoglio como o anticristo e se recusar a incluí-lo nas orações.

Em maio de 2019, o arcebispo Lenga co-assinou uma “Declaração de Verdades” de 40 pontos que se opõem aos ensinamentos de Bergoglio.

“Bergoglio não se confirmou na fé e não está passando essa fé para os outros, ele está desviando o mundo”, disse o arcebispo Lenga.

O arcebispo Lenga também foi proibido de ter contato com a mídia.

Muitos estudiosos, especialistas em direito canônico, começaram a divulgar os resultados de investigações sobre o texto da “renúncia”, onde o número de apoiadores do Papa Bento XVI aumentou exponencialmente pelo mundo.

O resultado destas investigações você acompanha agora.

Por que um católico deveria defender a validade da renúncia do Papa Bento XVI?

Somos obrigados a fazê-lo de acordo com o direito canônico? – Não.

Há pecado em não fazê-lo quando há evidência de invalidade? – Não.

Existe uma exigência legal quanto à validade? – Não.

Existe evidência de invalidade? -Sim.

Por que a renúncia do Papa Bento XVI é inválida?

Para entender por que, nos referimos ao texto original da renúncia e do Direito Canônico;

Transcrevemos abaixo o texto da renúncia no texto original em latim:

Quapropter bene conscius ponderis huius actus plena libertate declaro me ministerio Episcopi Romae, Successoris Sancti Petri, mihi per manus Cardinalium die 19 aprilis MMV commisso renuntiare…

Quais são os requisitos de validade para a renúncia do Papa? – Encontram-se no Código de Direito Canônico de 1983, Canon 332 §2;

Canone 332 § 2. Si contingat ut Romanus Pontifex muneri suo renuntiet, ad validitatem requiritur ut renuntiatio libere fiat et rite manifestetur, non vero ut a quopiam acceptetur.

Qual é então a primeira condição ou requisito de validade, de acordo com o cânon 332 §2 para a validade da renúncia do Papa? – A exigência é que o Romano Pontífice renuncie a seu munus (muneri suo renuntiet).

No texto da renúncia, ele renunciou ao munus? – Não, diz claramente: declaro me ministerio…renuntiare.

Se a renúncia não diz respeito ao munus, o cânon 332 §2 encontra aplicação? – Sim e Não. Sim, porque a partir do momento em que não preenche as condições de renúncia nos termos (neste caso o munus) do cânon 332 §2, não é válido.

E não, como sendo um ato jurídico que está fora dos termos do cânon 332 § 2, não se trata da renúncia do Papa, mas apenas da renúncia do serviço ativo.

A renúncia do Papa Bento XVI pode ser interpretada como válida?

Alguns dizem, aparentando ter razão, que o Papa pode renunciar ao munus, ao renunciar ao ministerium. Este é um argumento válido? – Não, não é, porque não se trata de mera afirmação, a própria Lei deve declará-lo. Recorde-se que não pode haver inovação no Direito da Igreja sem ato positivo de superior competente.

Mas um ato de renúncia não é um ato jurídico que estabelece uma nova forma de renúncia? – Não. Os atos jurídicos não são atos tirânicos, não podem se autojustificar, mas devem estar de acordo com o Direito da Igreja. Isso porque, conforme declarado pelo Concílio Vaticano I, nem mesmo o Papa tem autoridade para inventar novidades.

Mas se for argumentado que o ministerium pode ser assumido ou entendido como um munus, como isso deve ser provado? – Conforme afirma o cânon 17, quando o sentido da lei é duvidoso, deve-se recorrer a outras partes da lei e, se não houver clareza, deve-se recorrer ao legislador.

O Código de Direito Canônico autoriza-nos a supor que o “ministerium” é munus ou que o “munus” é ministerium? – Não, em nenhum lugar do Código diz que o ministerium é munus ou o munus é ministerium.

De fato, de acordo com o Cânon 17, as definições dos termos contidos no próprio Código devem ser aceitas como uma expressão AUTÊNTICA da mente do legislador (Papa João Paulo II) ao promulgar o Código de Direito Canônico. O cânon 145 §1 define todo ofício eclesiástico (officium) como munus, non ministerium.

E a tradição canônica exige a renúncia do munus que valida a renúncia do ofício papal? – Sim, está claro, porque em todas as renúncias anteriores, não só há uma renúncia ao munus (ou sinônimos: onus, honor, dignitas, ou nomes próprios: papatus, episcopatus), mas não há sequer menção de ministerium.

Também não há tradição canônica onde podemos supor termos que não significam munus, como munussegundo na tradição canônica. O papa não cria, nem inventa linguagens ou formas de significados linguísticos, caso contrário não seria certo ou objetivo na Igreja.

De fato, como diz o cânon 38, se um Papa agir de alguma forma contrária aos termos do cânon 332 § 2, seu ato só é válido se ele mencionar EXPLICITAMENTE sua intenção de agir com uma derrogação de seus termos.

Se tanto o texto do Código de Direito Canônico, quanto a tradição canônica exigem a menção do munus em uma renúncia ao papado, então, em virtude do cânon 17, aqueles que afirmam que a renúncia de Bento XVI é válida, não possuem razões válidas.

Portanto, todos os católicos devem reconhecer que, em virtude de sua própria lei, a renúncia não é válida.

renúncia do Papa Bento XVI é inválida

Significa alguma coisa, os cardeais agirem como se fosse válida? – Não, porque de acordo com o cânon 332 §2, ainda que o mundo inteiro afirme que a renúncia é válida, se não cumprir as condições do cânon 332 §2, não é válida. Não há a menor chance de distorção.

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Mas o fato de ter sido realizado um Conclave para eleger um novo Papa em março de 2013, não torna válida a renúncia de Bento XVI? Seu consentimento tácito não os torna válidos? – Não para ambas as perguntas.

Em primeiro lugar, porque nada torna válida a renúncia senão a conformidade com o cânon 332 § 2. Em segundo lugar, porque o Munus Petrinum, por instituição divina, não pode ser compartilhado com os outros, então se Bento não renunciou, ele o mantém.

Se ele o tem, eleger outro Papa é contrário à lei divina, enquanto Bento estiver vivo. E em seu ato de renúncia, ele não ordenou expressamente que um conclave fosse convocado, em vida.

Que ele tenha consentido com isso, pode ser devido ao medo ou a um erro substancial, quanto ao que é necessário para renunciar ao seu cargo. Se devido ao medo, isso não o torna válido. Se for em erro substancial, de acordo com o cânon 188, seu ato é expressamente inválido iure ipso, isto é, de acordo com a lei.

Se a renúncia do Papa Bento XVI é inválida, porque os religiosos brasileiros não se manifestam? Não há uma resposta correta. Pode ser por medo de represália por parte da igreja, ou devido a igreja católica brasileira ser historicamente progressista. Um exemplo são os padres pop stars.

Se a renúncia do Papa Bento XVI é inválida, por quê ele não se manifesta? Acredita-se que por medo e coação, uma vez que o santo padre já está com idade avançada. Há quem acredite que o Papa Bento estaria sofrendo maus tratos, mas não há provas, apenas conjecturas.

Bergoglio e os conspiradores estão excomungados

Além do fato de a renúncia do Papa Bento XVI ser inválida, uma vez que ele foi submetido a pressões internacionais, ameaças de morte e cisma, além do fato de que Bergoglio e nove outros cardeais se auto-excomungarem da Igreja antes do conclave de 2013, por terem feito lobby ilegal em favor da Argentina, o próprio conclave foi atormentado por irregularidades que, de acordo com o artigo 76 da Constituição Universi Dominici Gregis, “a eleição é nula e inválida, sem qualquer declaração de propósito e, pelo mesmo não confere direitos à pessoa escolhida”.

Ou seja, onde quer que seja visto, Bergoglio não é um verdadeiro Papa, mas sim o antipapa dos 38 da história da Igreja.

O artigo 79 da Constituição Universi Dominici Gregis, que estabelece os detalhes de como o conclave deve ser celebrado, diz: “Confirmando também as prescrições de meus Predecessores, proíbo a quem seja, mesmo que tenha a dignidade de Cardeal, enquanto vivo o Pontífice, e sem havê-lo consultado, faça pactos sobre a eleição de seu sucessor, prometa votos ou tome decisões a este respeito em reuniões privadas”.

E no artigo 81, estabelece que esses compromissos são puníveis com a excomunhão latae sententiae (ou seja, automática, sem a necessidade de declaração de ninguém, ipso facto e eo ipso).

Os responsáveis ​​por esse lobby foram imediatamente excomungados, ipso facto e eo ipso, de acordo com a lei canônica, e deixaram de fazer parte da Igreja. Além disso, a Constituição indica que toda pessoa que também aceitou o lobby, foi excomungada. Ou seja, o próprio Bergoglio e todos os que conspiraram, de acordo com a Lei Pontifícia, foram expulsos da Igreja no momento de sua eleição.

Muitos religiosos e sacerdotes continuam “pertencendo a igreja” mas sem reconhecer Bergoglio como Papa, enquanto outros preferem sair, fundar suas próprias igrejas ou simplesmente, fazem de sua casa, o templo.

Para entender melhor assista o documentário (dividido em 3 partes) Vaticano – O fim da igreja – aqui.


São Francisco de Assis: “Haverá um Papa eleito não canonicamente que causará um grande cisma na Igreja”.

Bem-aventurada Anne Catherine Emmerick (religiosa agostiniana): “Vi uma forte oposição entre dois papas e vi quão terríveis serão as consequências da falsa igreja (…) Isso causará o maior cisma já visto na história”.

Ir. Lucia de Fátima: “Haverá Cardeais contra Cardeais, Bispos contra Bispos; Satanás marchará entre eles”.

E, o mais importante, a revelação da Virgem Maria em La Salette: “Roma perderá a fé e se tornará a sede do anticristo”.


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